Homem com fotos íntimas de Marcela Temer comprou HD nas ruas de SP

Primeira-dama Marcela Temer durante cerimônia de Lançamento do Programa Criança Feliz no Palácio do Planalto (Foto: Carolina Antunes/PR)

Os crimes que levaram um hacker a ser condenado a 5 anos e 10 meses de prisão por chantagear a primeira-dama Marcela Temer nasceram nas ruas da região da Santa Ifigênia, em São Paulo, conhecida por abrigar prestadoras de serviços em informática e eletrônica.

Os detalhes estão descritos na decisão da juíza Eliana Cassales Tosi de Mello, da 30ª Vara Criminal, que manteve a prisão preventiva de Silvonei José de Jesus Souza, preso desde maio. Condenado por estelionato, extorsão e obtenção de vantagem indevida, Souza pediu em abril deste ano R$ 300 mil para não vazar fotos íntimas e áudios de Marcela. Ainda cabe recurso.

Segundo os autos do processo, a história começa há 8 anos, quando Souza comprou um HD usado por R$ 250 de um vendedor ambulante em São Paulo. O disco rígido possuía um banco de dados de um provedor de internet. Armazenava informações como e-mail, endereço, CPF, número de telefone e número de contrato de cliente com a empresa. A intenção de Souza era usar esses dados para enviar mala direta. Agora chamado de hacker, Souza é telhadista autônomo, ocupação pela qual obtinha renda de R$ 4,5 mil por mês.

Backup do iCloud
Ele diz, segundo o processo, que soube do nome de Marcela por meio de uma matéria na internet. Pesquisou por ele em seu banco de dados, mantido em seu computador desde então, e o achou. Usou o e-mail da primeira-dama para resgatar a senha do iCloud de Marcela. O sistema de armazenamento da Apple é usado por qualquer um que possua um iPhone, iPad, iPod ou um Mac. Ele guarda fotos, gravações de áudio, vídeos, contatos e outros documentos presentes nesses aparelhos.

Não fica claro no processo a origem dos dados presentes no HD. Essas informações podem ter sido obtidas por criminosos que atacaram o provedor de internet da Marcela, mas há outras hipóteses para a origem dos dados.

Uma delas é de que o disco rígido em questão é um disco usado por alguém que teve acesso a essas informações e que foi descartado (vendido). Outra possibilidade é que os dados foram compilados a partir de informações roubadas por pragas digitais que atacaram os próprios clientes do provedor.

WhatsApp
Após restaurar o backup dos arquivos de Marcela em seu próprio iPhone, Souza guardou algumas fotos e áudios. A partir daí, passou a acompanhar as mensagens de WhatsApp dela. Em uma conversa pelo aplicativo, fingiu ser Marcela para conversar com o irmão dela, Karlo, a quem pediu R$ 15 mil. Argumentou que precisava do dinheiro para tintas e mão de obra. Karlo afirmou ter identificado a irmã pois a conta de WhatsApp tinha a mesma foto e apelido que ela costumava usar no aplicativo. Isso ocorreu no dia 4 de abril de 2016.

Não há detalhes no processo que permitam inferir exatamente o que aconteceu, mas existem ao menos três possibilidades. Uma delas é de que Souza teria clonado o “perfil” de Marcela no WhatsApp, já que detinha fotos e outros dados pessoais dela, obtidos com a restauração do backup do iCloud.

Outra possibilidade é que o WhatsApp restaurou o seu backup automaticamente, restabelecendo no número de Souza informações, dados e links para ficar idêntico ao da conta de Marcela. Essa hipótese é remota. Segundo o suporte técnico do WhatsApp, o app só restaura o backup quando o número de telefone e a conta iCloud forem as mesmas.

Nessas duas primeiras alternativas, o número de origem das mensagens ainda pertencia à Souza. A terceira possibilidade é de que Souza teve acesso aos SMSs recebidos pelo telefone de Marcela, o que lhe permitiu ativar o WhatsApp dela – com o número dela – em seu celular. Nessa situação, a mensagem aparentemente foi enviada do celular de Marcela. Como o WhatsApp não fica ativo em dois celulares ao mesmo tempo, o aplicativo foi desativado no celular de Marcela nesse momento.

Pedido de R$ 300 mil
Segundo o processo, Souza também entrou em contato diretamente com Marcela. Em 5 de abril, dia seguinte ao contato com Karlo, pediu R$ 300 mil para não liberar suas informações pessoais. Para provar que falava sério, enviou fotos de Temer acompanhado de seu filho Michelzinho e de imagens dela própria, que estavam em seu iPhone e iPad.

Após dias sem responder, Souza retomou o contato com Marcela em 16 de abril. Enviou um áudio de uma conversa entre ela e o irmão. Em 18 de abril, Souza afirmou já ter interessados em comprar os dados. Para chegar a Souza, a investigação, conduzida pelo investigador J. Petrucci, quebrou os sigilos telefônicos das linhas telefônicas e do endereço de IP (“protocolo de internet”, espécie de impressão digital de aparelhos conectados).

FONTE: G1

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Brasil vigia seus cidadãos sem qualquer escrutínio público

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Em tempos de WikiLeaks na vida real e de Mr. Robot e Black Mirror na ficção, pinçamos este artigo na intenção de alertar a todos sobre os perigos que o uso abusivo e invasivo da tecnologia pode nos causar num futuro próximo.

***

Na segunda-feira, 10 de outubro, a Electronic Frontier Foundation (EFF), ONG internacional que defende a liberdade de expressão e a privacidade na era digital, lançou um relatório inédito que compara práticas de vigilância e legislações em 12 países na América Latina.

O documento, obtido com antecipação pela Pública, conclui que a “América Latina está um passo à frente do resto do mundo na existência de leis que protegem a privacidade”. Porém, “a maioria dos Estados não implementa esses direitos de maneira inteiramente compatível com os direitos humanos”.

No caso do Brasil, o relatório ressalta quatro questões consideradas uma ameaça ao direito à privacidade. São elas: o fato de o anonimato ser proibido no país; a falta de transparência sobre como a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) lida com os dados de seus usuários; a ausência de normas para regular o acesso às mensagens criptografadas; e, além disso, há uma “cultura do segredo” vigente no país. (clique aqui para baixar o relatório sobre o Brasil, em português)

“A cultura do segredo está muito enraizada na América Latina, onde não há discussões tanto sobre políticas quanto sobre as ferramentas [de vigilância] que podem impactar nossa privacidade e nossa liberdade”, diz a diretora do EFF Katitza Rodríguez Pereda, em entrevista à Pública. Ela expressa preocupação com o fato de se falar muito pouco sobre o tema na região.

O relatório ressalta que a Constituição do Brasil proíbe expressamente o anonimato, já no seu capítulo I.

Por isso, diz Katitza, “é muito difícil ser anônimo na internet, e o anonimato é muito importante para a liberdade de expressão e para proteger minorias que lutam contra os poderosos. Não só é importante para a liberdade de expressão, mas também para a privacidade”.

O seu colega Seth Schoen, tecnólogo e um dos autores da pesquisa, diz que falta discussão sobre as consequências dessa proibição: “É muito difícil encontrar pessoas que tenham a certeza de quais são as consequências práticas da proibição constitucional do anonimato”, diz.

Para onde vão os dados?

A EFF critica a postura de prédios públicos e centros comerciais nas cidades brasileiras que pedem uma série de dados pessoais, como o nome e endereço, das pessoas sem explicar para que são usados. E denuncia que dados como nossa localização, as horas que passamos conectados na internet, a duração de nossas ligações, os nossos contatos e até mesmo o roteiro de nossas atividades diárias também são registrados e arquivados quando navegamos na internet. São os “metadados” que o Marco Civil da Internet – também analisado pela EFF – obriga que provedores de internet conservem durante um ano.

Os provedores de telecomunicação, por sua vez, também são obrigados por lei a reter dados de seus usuários, mas não existe transparência da Anatel sobre o que se faz com essas informações. A Resolução n. 426/05, que regulamenta o Serviço Telefônico Fixo Comutado, exige, no artigo 22, que “a prestadora deve manter todos os dados relativos à prestação do serviço, inclusive os de bilhetagem, por um prazo mínimo de 5 (cinco) anos”.

O problema, diz o estudo, é que a resolução “não especifica quais dados são incluídos, nem por quem eles podem ser utilizados, ou com que propósito”.

Segundo a ONG InternetLab, que foi parceira do estudo da legislação brasileira, no caso das telecomunicações, as autoridades podem ceder essas informações sem avisar ao usuário. Isso acontece desde 2013, quando foi promulgada a Lei de Organizações Criminais, que permitiu a chefes da polícia civil solicitar registros telefônicos às companhias de telefonia sem ordem judicial, com base nos artigos 15, 17 e 21 dessa lei. O estudo da EFF revela que a cada mês mais de 18 mil linhas telefônicas são grampeadas no Brasil. Os dados foram obtidos pela InternetLab em 2015 mediante pedidos feitos pela Lei de Acesso à Informação.

O relatório ressalta também a postura do Judiciário em relação ao WhatsApp. Schoen cita o caso dos dois bloqueios ocorridos em dezembro de 2015 e em maio de 2016 como eventos únicos ao Brasil. “O WhatsApp ter ficado fora do ar foi muito significativo porque nunca se viu nada igual em nenhum outro país. Isso já aconteceu em alguns países do Oriente Médio, mas nunca nos Estados Unidos nem no resto da América Latina”, explica. Para ele, isso demonstra que o governo não se sente confortável com a ideia de os brasileiros estarem usando aplicativos que têm medidas de segurança e de proteção à privacidade do usuário.

Mas para ambos o pior é mesmo a cultura do segredo – eles apontam para o fato de que nem o Estado nem as empresas de telecomunicações publicarem informes de transparência sobre as atividades com esses dados. E citam a Lei 13.097, que autoriza as autoridades a evitar licitações públicas em matéria de tecnologias de vigilância.

“Vivemos em uma cultura de segredo muito severa, e é em todo o continente. A ponto de nenhum país, exceto o México, empregar políticas para que as companhias de telecomunicação publiquem relatórios de transparência explicando quais solicitações [de acesso a dados] estão recebendo”, diz Katitza.

Katitza acrescenta que “a maioria dos relatórios que existem é mantida em segredo; o setor público, os jornalistas e a sociedade não podem avaliar se estão sendo usados para os crimes previstos pela lei”.

FONTE: Papo de Homem

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Facebook cria reaction de Halloween; ‘Live’ ganha máscaras à la Snapchat

Facebook tem ‘reactions’ temáticos de Halloween. (Foto: Divulgação/Facebook)

O Facebook liberou nesta quinta-feira (27) “reactions” temáticos de Halloween, no clima da festa do Dia das Bruxas, comemorado na segunda-feira (31). A rede social aproveitou a ocasião em que as pessoas se fantasiam para assustar e liberou para as transmissões ao vivo o uso de máscaras.

Máscaras à la Snapchat chegam às transmissões em vídeo ao vivo no Facebook. (Foto: Divulgação/ Facebook)

O emoticon “engraçado” virou uma bruxa; o “chocado”, um fantasma; o “triste”, um Frankenstein; e o “com raiva”, uma abóbora com cara de mal.

Os “reactions”, botões alternativos ao “like” foram criados no fim do ano passado, a pedido dos usuários, que reclamavam que o botão “curtir” era insuficente para interagir com determinados conteúdos.

As máscaras, por sua vez, chegam às transmissões em vídeo pela primeira vez.

Aproveitam a tecnologia do Masquerade, ou MSQD, aplicativo comprado pelo Facebook em março deste ano, e são semelhantes àquelas usadas no Snapchat.

Algumas delas serão temáticas de Halloween, como de bruxa e abóbora, e terão vida limitada. As outras, como de raposa ou panda, permanecerão na ferramenta.

A novidade foi liberada para usuários do Facebook pelo aplicativo no iOS dos Estados Unidos, Reino Unido e Nova Zelândia. Nos próximos meses, chegará ao Android e a outros países.

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Porque o urubu é o mascote do Flamengo!

Até pouco tempo eu também não sabia bem sobre a história mais fui até a biografia do flamengo e a história e a seguinte. 👇

O primeiro mascote do Flamengo foi o marinheiro Popeye, personagem de quadrinhos na década de 40, e posteriormente de desenhos animados. A ideia para o mascote partiu do chargista argentino Lorenzo Mollas, que viu no Popeye a força e a persistência do Flamengo, além de sua óbvia ligação com o mar. No entanto, não havia ainda uma verdadeira identidade entre o mascote e o clube.
Na década de 60, as torcidas rivais, como forma de provovação, chamavam os torcedores do Flamengo de “urubus”. Logicamente, os torcedores rubro-negros se sentiam ofendidos, afinal, era uma forma de ridicularizar uma torcida popular, formada em sua maioria por afrodescendentes e pessoas de baixa renda.
Se há uma outra característica associada ao flamenguista é a irreverência. Só ela explica uma atitude de um grupo de torcedores às vésperas de um Flamengo e Botafogo, pelo segundo turno do Campeonato Carioca de 1969. Na época, os dois clubes faziam o clássico de maior rivalidade pós-Garrincha, e o Flamengo não vencia o rival há quatro anos.
Alguns torcedores decidiram levar o animal ao Maracanã naquele final de semana, mas, onde conseguir um urubu? A resposta veio no sábado, pela manhã, no depósito de lixo do Caju. Depois de capturada, a ave foi levada para um apartamento no Leblon. No domingo, o levaram ao estádio enrolado a uma bandeira com a intenção de soltar a ave quando a equipe entrasse no gramado.
Nas arquibancadas, os torcedores do Botafogo gritavam, como sempre, que o Flamengo era time de “urubu”. O clima no estádio era o de um grande clássico, com quase 150 mil pessoas, o que deixou a ave bastante agitada. Então, os torcedores decidiram soltá-la, mesmo antes da entrada da equipe. Assustada, voou sobre o gramado carregando uma bandeira rubro-negra presa ao corpo, e pousou no campo antes do jogo iniciar. Foi o bastante para a torcida fazer a festa, vibrar e gritar: “é urubu, é urubu!”.
O Flamengo venceu o jogo por 2 a 1 e quebrou o tabu de nove jogos sem vitória sobre o rival. A partir daí, o novo mascote consagrou-se, tomando o lugar do Popeye. Cartunista rubro-negro, Henfil tratou de humanizá-lo em suas charges esportivas em jornais e revistas, e desde então o urubu tornou-se um mascote popular.

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Fringe – Fronteiras

Vamos falar um pouco de series.

Vamos falar de Fringe (Fronteiras).

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Whatsapp Messenger – Atualização 2.16.298

Desenhe ou adicione texto e emoji nas fotos e vídeos que fizer com o WhatsApp. Você pode escolher o tamanho da fonte e pincel ao arrastar o seletor de cores para a esquerda.

  • Mencione alguém em específico dentro de um grupo ao tocar no símbolo de @
  • Admins do grupo podem agora convidar pessoas a participar dos grupos enviando um link. Para isto, vá em dados do grupo > adicionar participante > Convidar para o grupo via link
  • Novo emoji. Agora aparecerão maiores quando você enviar um só.
  • Separação de imagens, vídeos e gifs.

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Whatsapp Messenger – Atualização 2.16.283

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O WhatsApp é o aplicativo de troca de mensagens mais popular atualmente, e tentando cada vez mais melhorar o serviço e trazer boas novidades aos usuários, a sua equipe tem trabalhado pesado.

Na versão “beta” do mensageiro, agora é permitido que qualquer administrador de um grupo possa criar um link com um convite para outras pessoas entrarem. E isso poderá ser feito através do próprio app, redes sociais, e-mail ou até via SMS.

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Encontre o erro…. 

Encontre o erro!

Sendo que muitos fazem isto! Ainda mais quando a memória RAM tem menos de 2GB,  mas não leem se o processador é 64bits.

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